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Deficiência da estrutura judiciária norteia discussões da OAB Itinerante na RMF

Os advogados e advogadas que compõem a subsecção da Região Metropolitana estiveram reunidos na Subseção de Aquiraz, na tarde desta segunda-feira (12/03), com a comitiva da Ordem cearense, que iniciou os trabalhos desta semana do projeto OAB Itinerante. A deficiência da estrutura judiciária foi o principal ponto de discussão colocado em pauta. A solenidade ocorreu no Fórum Manoel Florêncio Filho. Estiveram presentes, Marcelo Mota, presidente da OAB-CE, Fábio Timbó, secretário-adjunto e corregedor da Ordem, Raphael Pessoa Mota, presidente da subsecção da RMF, Erinaldo Dantas, presidente da CAACE, Marcel Feitosa, presidente da ESA e Andrei Aguiar, presidente da Comissão de Sociedade de Advogados, além de advogados militantes locais. O presidente Marcelo Mota, à frente dos trabalhos, ressaltou que o “projeto pioneiro da OAB-CE está percorrendo persas cidades, em todo o Estado, na busca pela valorização da advocacia interiorana”. Para Fábio Timbó, esse momento é de muita importância, pois assim como nas cidades já visitadas, é possível ouvir da advocacia os principais problemas. O secretário-geral adjunto lamentou ainda a estrutura do poder judiciário, onde, segundo ele, é sempre motivo de reclame. “A gente pede um juiz presente na comarca. Da mesma forma que a gente pede melhores condições para esses magistrados”, disse. “Esse projeto é importante pela valorização da advocacia interiorana. A OAB da RMF tem um número expressivos de advogados que militam em varias comarcas de grande importância”, destacou o presidente da subsecção da Região Metropolitana, Raphael Pessoa Mota. No que tange a defesa das prerrogativas, o presidente da RMF classificou como uma importante “voz da sociedade”. Relatos O advogado Luiz Antonio, em suas palavras, classificou como “muito grave” a situação da Justiça do Ceará. “Começa pela falta de recursos públicos para manter a máquina judiciária como deve ser mantida. Temos infelizmente uma Justiça morosa, alguns magistrados que cumprem seu papel da melhor forma possível, mas outros que infelizmente desconhecem as prerrogativas da advocacia como se não fôssemos indispensáveis à administração da Justiça”, lamentou. Já a advogada Amilria Cardoso destacou como importantes as pontuações e a presença da OAB-CE, ouvindo a advocacia da Região Metropolitana. “Vários pontos foram tocados. Toda a representação da Ordem cearense é importante no diálogo com a classe que representa, para o fortalecimento da advocacia”, concluiu.
13/03/2018 (00:00)

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